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História

Utopolis é um dos domínios do Mundo Bélico e seu Barão é Hipérion. Hipérion e seu Esquadrão Sinistro consideram fraqueza como um crime capital em Utopolis, punível com a morte. O Esquadrão anexou agressivamente outros territórios ao seu próprio, matando seus campeões, mas deixando um deles vivo para governar em seu nome. Eles justificaram seu expansionismo pelos seus vizinhos também terem sido agressivos.[1] Domínios anexados são autorizados a manter a autonomia, enquanto eles pagarem 60% do seu PIB e 30% do seu armazenamento de comida todo mês.[2] O Barão Hipérion foi acusado de Utopolis aliar com o Corte Sinistra do Senhor Sinistro em oposição a Alta Avalon. Hipérion permaneceu em silêncio durante todo o processo judicial, mas Sinistro negou veementemente a acusação.[3]

Utopolis se expandiu exponencialmente ao longo de dois meses que antecederam a essa acusação, absorvendo seis províncias próximas, como a Província Supremia e a Província Sombria graças à força de seus governantes, o Esquadrão Sinistro. Embora Hipérion mantinha controle sobre sua província, havia traidores em seu meio, Falcão Noturno estava planejando derrubar ele, e a Mulher Guerreira estava ajudando os Nutopianos contra Utopolis.[1]

Trabalhadores Molóides descobriram uma estranha nave ao escavar em território de Utopolis, levando-a ao conhecimento do Ministro Powers, que por sua vez levou-a ao conhecimento do Delegado Strange, o qual ordenou colocarem a área em quarentena. Um trabalhador curioso acidentalmente abriu a embarcação, liberando a Cabala no Mundo Bélico.[3]

O Quarteto Terrível de Wittland atacou Europix onde eles tinham a concorrência do Esquadrão Sinistro de Utopolis. Após o Quarteto Terrível ser derrotado pelo Esquadrão Sinistro, Europix foi forçada a se render ao governo de Utopolis.[2]

Logo após o Thor enviando para Utopolis para investigar sua expansão ser assassinado,[1] a arma de Argonita confiscada da Província Sombria foi secretamente roubada pelo Homem-Areia do Quarteto Terrível, em nome do Falcão Noturno.[2] Este foi o início de seu plano para derrotar Hipérion. O Falcão Noturno torturou o Ardiloso de Wittland, forçando-o a colocar a culpa do crime do Homem-Areia no Tufão, fazendo com que Hipérion o matasse. O Doutor Espectro foi convencido pelo Falcão Noturno que o Thor tinha sido morto pela Mulher Guerreira, a qual iria culpar o Espectro pelo assassinato, forçando-o a fugir do domínio. Após um ataque de Nutopia ter sido neutralizado, o Falcão Noturno sugeriu que a Mulher Guerreira saísse ou sua aliança com os Nutopianos iria ser revelada, deixando ele e Hipérion sozinho.[4]

O Falcão Noturno usou a arma de Argonita para enfraquecer Hipérion e o prisma de energia para lutar com ele, espancando seu ex-companheiro e o matando ao quebrar seu pescoço. O restante dos Estigmas de Nutopia, o qual haviam sido notificados da luta do Falcão Noturno e Hipérion pelo Homem-Areia de Wittland, aproveitaram o resultado da luta e atacaram o Falcão Noturno. No entanto, o confronto chegou ao fim quando a Tropa Thor apareceu para convocar o Falcão Noturno para Doomstadt. Embora ele conseguiu evitar ser declarado culpado pela morte do Thor de Ferro, o Falcão Noturno foi condenado ao exílio para o Escudo por ter causado discórdia em seu domínio, pois a Mulher Guerreira havia testemunhado contra ele. As forças de Nutopia tentaram anexar Utopolis ao seu domínio, mas eles foram rejeitados pelos habitantes, os quais preferiam o regime do Esquadrão do que o regime de estranho.[5]

Pontos de Interesse

Residentes


Notas

  • Sem notas especiais.


Curiosidades

  • Sem Curiosidades.


Veja Também

Links e Referências

  • Nenhum.

Notas de Rodapé


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